Pesquisadores


Fernando Jesus da Silva

Possui Habilitação em Língua Portuguesa e respectivas Literaturas pela Universidade do Estado de Mato Grosso (UNEMAT), Habilitação em Língua Espanhola e respectivas Literaturas pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Especialização em Metodologia do Ensino da Língua Espanhola pela Universidade Candido Mendes (UCM), Mestrado em Linguística pela Universidade do Estado de Mato Grosso (UNEMAT), Doutorado em Linguística pela Universidade do Estado de Mato Grosso (UNEMAT). É Professor efetivo da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) do Curso de Letras Português/Espanhol do Instituto de Linguagens. Foi coordenador do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID) no período de 2015-2018. Foi bolsista da Fundação Carolina (Espanha) por meio do Programa de Mobilidade Internacional de Professores Pesquisadores Brasileiros, com atuação na Universidade de Cádiz (Andaluzia-Espanha) em 2021. Coordenou o Projeto de Extensão "Espanhol sem fronteiras" em 2022 com a participação de pesquisadores de diferentes instituições nacionais e internacionais. Coordenou o Curso Letras Português-Espanhol na UFMT no período de 2023-2025. Coordenou o Projeto Fronteira e Línguas de Contato (FRONTELIN - Fase 1) financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (FAPEMAT) no ano de 2023 e FRONTELIN-Fase 2 no período 2024-2025. Atualmente é líder do Grupo de Pesquisa "Fronteira e Línguas em contato Brasil-Bolívia (FRONTELINC-BR/BO) onde desenvolve investigações linguísticas com outros colaboradores sobre a fronteira entre os dois países. Coordena o Projeto de Pesquisa "A Dinâmica do Contato Linguístico na Fronteira Brasil-Bolívia" (CHAMADA CNPQ/MCTI N 44/2024 - Faixa A - Grupos Emergentes). É membro do Grupo de Pesquisa HUM195 Bernardo de Aldrete: Lenguas en Movimiento (UNIVERSIDADE DE CÁDIZ ESPANHA), do Projeto "Linguística na fronteira Brasil-Bolívia" (LINFRON-UNEMAT), do Núcleo de Pesquisa, Diversidade, Variedade e Línguas Naturais (DIVALIN-UNEMAT), da Asociación de Estudios Bolivianos (AEB-SUCRE-BOLÍVIA), da Red BayMis da Universidade Nacional de Misiones (UNAM-Argentina) e da Universidade de Augsburgo (UNIA-Alemanha). É professor colaborador do Programa de Pós-graduação em Linguística (PPGL-UNEMAT) na Linha de Pesquisa "Estudos de Processos de Variação e Mudança", com orientação vinculada ao Progama de Mobilidade do Grupo de Cooperação Internacional de Universidades Brasileiras (GCUB). Possui Pós-doutorado em Sociolinguística pela UNEMAT (PDPG). É membro do Grupo de Trabalho "Estudos Linguísticos na Amazônia Brasileira" da Associação Nacional de Pós graduação e Pesquisa em Letras e Linguística (ANPOLL). Atua nas seguintes áreas: Sociolinguística, Contato linguístico em espaços fronteiriços, Língua e Identidade, Ensino de Português e Espanhol como como Línguas estrangeiras.


Jocineide Macedo Karim

Possui graduação em Letras pela Universidade do Estado de Mato Grosso (1993), Mestrado em Linguística e Língua Portuguesa pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP, 2004); Doutorado em Linguística pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP, 2012); realizou pesquisa de pós-doutorado na Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS, 2017). Desde 1998, atua como professora, no curso de Licenciatura em Letras, no Campus de Cáceres. Em 2014 credenciou como professora permanente do quadro de docentes no Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Linguística da UNEMAT. Foi vice coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Linguística da UNEMAT (Gestão 2019-2021). Atualmente coordena o projeto de pesquisa: A variação geográfica e atitudes: o olhar da sociolinguística sobre as publicações, propagandas e fachadas comerciais da cidade de Cáceres. É Vice-líder do grupo de pesquisa certificado pelo CNPQ: Mato Grosso: Falares e Modo de Dizer; é coordenadora do Núcleo de Pesquisa diversidade e variedade e línguas naturais-DIVALIN. Tem experiência nas áreas de Letras e Linguística, com ênfase na área da Sociolinguística e Dialetologia. Orienta pesquisas na linha teórica dos Estudos de processo e variação e mudança e de descrição, análise e documentação de línguas indígenas e em especial pesquisas que discutem os seguintes temas: variedades e diversidades linguísticas, comportamento e atitudes linguísticas, contato linguístico, variação linguística e ensino, estudos semântico-lexicais; é integrante do conselho editorial das revistas: Revista de Estudos Acadêmicos em Letras-REAL e Revista Traços de Linguagem do Programa de Pós-graduação Stricto Sensu em Linguística da UNEMAT; É membro do Grupo de Trabalho em Estudos Linguísticos na Amazônia Brasileira – GT ELIAB – da ANPOLL. Pesquisadora do Frontelinc.


Elisandra Benedita Szubris

Doutora em Linguística (2022) pelo Programa de Pesquisa e Pós-Graduação em Linguística da Universidade do Estado de Mato Grosso Carlos Alberto Reyes Maldonado (UNEMAT). Possui graduação em Letras/Português (2008), Especialização em Linguística (2010) e Mestrado em Linguística (2014). Experiência como docente do Ensino Superior e tutoria de Educação a Distância – UAB (Universidade Aberta do Brasil). Realiza Estágio de Pós-Doutorado, vinculado ao projeto de pesquisa Fortalecimento do Programa de Pós-Graduação em Linguística da Universidade do Estado de Mato Grosso: integração, formação de pessoal e consolidação científica e acadêmica na Fronteira Oeste do Brasil. Bolsista Capes. Desenvolve pesquisas na área de concentração: Estudos de processos linguísticos. Linhas de pesquisa: Estudos de processos de significação com ênfase nos seguintes temas: formação nominal, processo de nominalização e estudo da significação de nomes e Estudo de Processos de Variação e Mudança com ênfase nos seguintes temas: variação linguística, paisagem linguística e expressões regionais de MT. Pesquisadora do Frontelinc.

 

Suzana Vinicia Mancilla Barreda 

Licenciada em Letras, com habilitação em Português e Espanhol, pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), é mestre em Educação pela mesma instituição e doutora em Educação pela Universidade de São Paulo (USP). Atualmente é professora associada da UFMS, atuando no Curso de Licenciatura em Letras habilitação em Português e Espanhol, da Faculdade de Artes, Letras e Comunicação (FAALC), onde se dedica à formação inicial de professores, com foco no ensino de língua espanhola (castelhano) como segunda língua, língua de fronteira e língua adicional, bem como nas disciplinas de Fundamentos e Prática de Ensino de Línguas. É docente credenciada no Programa de Pós-Graduação em Estudos de Linguagem (PPGEL/UFMS) e desenvolve pesquisas nas áreas de línguas de/nas fronteiras, interculturalidade, políticas linguísticas, translinguagem e decolonialidade. Integra o Observatório Fronteiriço das Migrações Internacionais (MIGRAFRON), o Grupo de Pesquisa Fronteira e Imigrações (UFMS/CNPq) e o Observatório da Rota Bioceânica (UEMS/CNPq). Atua também como gestora do acordo interinstitucional entre a UFMS e a Universidad Autónoma Gabriel René Moreno (UAGRM), na Bolívia. Pesquisadora do Frontelinc.


Zuila Guimarães Cova dos Santos

Doutora em Geografia pela Universidade Federal do Paraná - UFPR. Professora da Universidade Federal de Rondônia - UNIR, possui graduação em Pedagogia é Psicopedadagoga (UNIR/RO), especialista em Gestão Escolar, Metodologia do Ensino Superior e Tenologias na Educação. Mestre em Ciências da Linguagem (UNIR/RO). Tem experiência na Educação a Distância, na Formação Inicial e Continuada dos Profissionais da Educação, desenvolve pesquisas na área de Políticas Públicas da Educação; Linguagens, Inclusão, Formação de Professores; Escola em Fronteiras Internacionais e Migrações; Líder do Grupo de Estudos Interdisciplinares das Fronteiras Amazônicas - GEIFA


Dayane Monica Cordeiro

 Dayane Mónica Cordeiro é doutora em Estudios Hispánicos Avanzados (Universitat de València), mestre em Enseanza de Espaol como Lengua Extranjera (Universidad de Cantabria), especialista em Inteligências Múltiplas e Aprendizagem Cooperativo (Universidad Camilo José Cela), pós-graduada em Metodologia do Ensino de Língua Materna e Estrangeira (Universidade Internacional de Curitiba). Atualmente trabalha na Universidade Federal de Pernambuco como professora adjunta. Suas áreas de interesse se concentram na didática do ensino de espanhol como língua estrangeira, a influência dos fatores pessoais e afetivos no processo de aprendizagem de uma língua estrangeira e o desenvolvimento das destrezas orais. Pesquisadora do Frontelinc

 


Andrey Nikulin

Professor Adjunto A do Núcleo Takinahak#7929; de Formação Superior Indígena (NTFSI) da Faculdade de Letras (FL) da Universidade Federal de Goiás (UFG). Atua como orientador dos comitês Canela, Xakriabá e Xingu. É doutor em Linguística pela Universidade de Brasília (UnB, 2020; tese selecionada com menção honrosa no âmbito do Prêmio Mary R. Haas, da Sociedade para o Estudo de Línguas Indígenas das Américas) e especialista em Linguística Teórica e Aplicada pela Universidade Estatal de Moscou (2015). Tem experiência nas áreas de linguística histórico-comparativa, fonologia, morfossintaxe e educação intercultural, atuando principalmente nas seguintes áreas: línguas Macro-Jê, língua Chiquitana, reconstrução fonológica, linguística histórica, linguística descritiva, fonologia areal, sintaxe diacrônica. É membro do Núcleo de Tipologia e Línguas Indígenas (UnB/UFG), faz parte da Rede Maria do Socorro Pimentel da Silva - Ação Saberes Indígenas na Escola (UFG/UFMA/UFT) e dos comitês editoriais da Revista Articulando e Construindo Saberes e Cadernos de Etnolingüística. Pesquisador do Frontelinc.


Juan Manuel López Muñoz

licenciado em Filologia Românica pela Universidade de Sevilha (1989) e doutor em Filologia Francesa pela Universidade de Cádiz (1997). Atua como professor de Semântica, Pragmática e Análise do Discurso no Departamento de Francês da Universidade de Cádiz, desenvolvendo atividades de ensino e pesquisa na área dos estudos linguísticos e discursivos.

Realizou estágio como Oliver Smithies Visiting Fellow na Universidade de Oxford (Reino Unido), no período de 2008 a 2009. Foi pesquisador visitante no Centre de Recherches Interdisciplinaires et Transculturelles da Universidade de Franche-Comté, em Besançon (França), em 2011, e professor visitante nas Universidades de Gafsa e Tozeur, na Tunísia, em 2014, bem como na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), no Rio Grande do Sul, Brasil, em 2016.

Desde 1991, é membro do grupo andaluz de pesquisa Estudios de Filología Francesa, P.A.I. 1318 (HUM 160). Também participou do grupo de pesquisa em Pragmática Histórica da Língua Francesa da Universidade Complutense de Madrid e atuou como pesquisador associado do Laboratório Langage et Traitement Automatique (LLTA) da Universidade de Sfax, na Tunísia. É membro fundador do grupo de pesquisa internacional CI-DIT e membro do Grupo de Pesquisa FRONTELINC (Fronteira e Línguas em Contato).

Suas pesquisas concentram-se principalmente nas noções de discurso, voz e identidade, a partir da análise de um corpus diversificado que abrange diferentes gêneros textuais, tanto medievais quanto contemporâneos.

No campo da criação literária, é autor do romance El salto de la Torre (Muñoz Moya, 2015) e colaborador da revista Adamar. No âmbito da divulgação e transferência do conhecimento científico, colaborou com o jornal digital La Voz del Sur e com a revista digital La Andalucía.

Concluiu o doutorado em Filologia Francesa na Universidade de Cádiz, em 1997, com a tese intitulada "O estilo indireto na prosa medieval francesa (1150–1225)", orientada pelo professor Manuel Bruña Cuevas, da Universidade de Sevilha. É também licenciado em Filologia Românica pela Universidade de Sevilha (1989) e possui o Certificado de Aptidão Pedagógica (C.A.P.) pelo Instituto de Ciências da Educação de Sevilha (1989).



Erick Alexandre Gonçalves Lima

graduado em Letras – Português e Espanhol e Respectivas Literaturas pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), com conclusão em 2023. Possui experiência na área de Letras, com ênfase em Língua Portuguesa, desenvolvendo atividades acadêmicas e educacionais voltadas ao ensino e à pesquisa linguística.

Atuou como voluntário na Missão Salesiana de Mato Grosso junto aos povos indígenas Bororo, na Aldeia Meruri, e Xavante, na Aldeia São Marcos. No mesmo ano, exerceu a função de professor no projeto Mais Educação, na Escola Estadual Indígena Sagrado Coração de Jesus, fortalecendo sua atuação no campo da educação intercultural.

Foi bolsista de Iniciação Científica da FAPEMAT no projeto Fronteira e Línguas em Contato, sob orientação do professor doutor Fernando Jesus da Silva. Também participou, em 2020, do Grupo de Pesquisa GEDDELI/CNPq – Grupo de Estudos, Descrição e Documentação de Línguas Indígenas. Atualmente, é membro do Grupo de Pesquisa Fronteira e Línguas em Contato Brasil–Bolívia (FRONTELINC BR/BO), desenvolvendo estudos voltados às dinâmicas linguísticas em contextos de contato e fronteira.


João Vitor Fernandes Amorim Oliveira

Estudante do curso de Letras – Espanhol na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). Atua como bolsista de Iniciação Científica no projeto "A Dinâmica do Contato Linguístico na Fronteira Brasil–Bolívia", sob orientação do professor doutor Fernando Jesus da Silva.

É membro do Grupo de Pesquisa FRONTELINC (Fronteira e Línguas em Contato), no qual desenvolve atividades voltadas ao estudo do contato linguístico, da variação lexical e das dinâmicas sociolinguísticas em contextos de fronteira. Seus interesses acadêmicos concentram-se nas relações entre língua, cultura e identidade no espaço fronteiriço Brasil–Bolívia.